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#sabado#a#noite

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                                 Uma Carta Para Além das Galáxias

Olá querido amigo, estive muito ocupada esses dias. Agora, desejo me refugiar deste mundo. Este mundo de gente hipócrita, que não alimenta a alma, que não tem sonhos, que não ama, que não vive. Fico entediada de estar em meio a um mundo artificial, de pessoas artificiais que vivem num sistema artificial. Os transgênicos não são somente os alimentos hoje em dia. Devo ser o único vestígio de vida orgânica neste planeta. Ou, talvez, eu tenha me infectado com algum ser microscópio no qual cegou meus olhos para esse sistema. Desejo algo que se tornou ficção hoje em dia: A Natureza. Por um segundo desejo respirar o ar mais puro; Encher meus olhos com o azul mais excepcional do céu; Sentar-me à beira da praia, desfrutar da beleza do luar… Desejo por um segundo sumir desta sociedade alienada para fazer parte de um todo verdadeiro. Verdadeiro…Enfim…Não estou bem…Será que estou doente? Será que eu perdi o juízo?!

No mais, querido amigo, espero que esteja tudo bem. E não se preocupe comigo.

Atenciosamente, de um planeta consumido pelo caos da ignorância.



Cada dia de minha constante existência,
Passa-se lamentavelmente devagar
Pois sua presença permanece ausente neste lugar
Nada parece mudar
Inexplicavelmente, a luz do sol não se põe a me alegrar
Pois o teu olhar é a única coisa que consigo pensar
Venhas logo fazer em minha vida resplandecer o amor que em ti sinto
Antes que a dor possa me consumir em faminto.
Natália Alves 

Cada dia de minha constante existência,

Passa-se lamentavelmente devagar

Pois sua presença permanece ausente neste lugar

Nada parece mudar

Inexplicavelmente, a luz do sol não se põe a me alegrar

Pois o teu olhar é a única coisa que consigo pensar

Venhas logo fazer em minha vida resplandecer o amor que em ti sinto

Antes que a dor possa me consumir em faminto.

Natália Alves 




 Nada Acontece Por um Acaso
Se fôssemos analisar o final de uma jornada da vida, tudo se encaixaria perfeitamente. Sofremos, para que possamos amadurecer. Erramos, para que não possamos cometê-los novamente. Os arrependimentos, as brigas, os momentos de dificuldade, servem unicamente para complementar nosso caminho. Com isso, nossa jornada na Terra não se torna em vão. Apesar de muitas coisas parecerem injustas; Apesar de poucos terem muito; E muitos terem pouco, no fim, tudo valerá à pena; Então, chore, brigue, arrependa-se, sorria, divirta-se! Curta a vida de maneira incondicional. 

Nada Acontece Por um Acaso

Se fôssemos analisar o final de uma jornada da vida, tudo se encaixaria perfeitamente. Sofremos, para que possamos amadurecer. Erramos, para que não possamos cometê-los novamente. Os arrependimentos, as brigas, os momentos de dificuldade, servem unicamente para complementar nosso caminho. Com isso, nossa jornada na Terra não se torna em vão. Apesar de muitas coisas parecerem injustas; Apesar de poucos terem muito; E muitos terem pouco, no fim, tudo valerá à pena; Então, chore, brigue, arrependa-se, sorria, divirta-se! Curta a vida de maneira incondicional. 





♥




Desistir?
Ninguém nunca desiste realmente do que deseja. Apenas perde as esperanças por causa das circunstâncias que o destino põe em seu caminho. Mas sempre há, bem escondido, um desejo de correr atrás. Mas seu coração está tão perdido em meio de sofrimentos, que procurar outros rumos parece ser a melhor coisa. Porém, o desejo continua ali, bem guardado, esperando qualquer sinal positivo para abraçar seus antigos sonhos.
Natália Alves

Desistir?

Ninguém nunca desiste realmente do que deseja. Apenas perde as esperanças por causa das circunstâncias que o destino põe em seu caminho. Mas sempre há, bem escondido, um desejo de correr atrás. Mas seu coração está tão perdido em meio de sofrimentos, que procurar outros rumos parece ser a melhor coisa. Porém, o desejo continua ali, bem guardado, esperando qualquer sinal positivo para abraçar seus antigos sonhos.

Natália Alves




Pobre é a Senhorinha
 Oh, e lá se vai a Senhorinha,
Que de tanto andar, seus pés a feria
Não se entende o motivo de tanta aflição
Parece até que alguém morreu do coração
Apenas sabe-se que a Senhorinha sofria por amor
Só de pensar ela sentia pavor
Pobre aquele que a deixou,
Resta ela e o coração que alguém quebrou
 
Cansada de tanta dor, a Senhorinha conheceu o promotor
Um homem muito rico que a encantou
Mas não sabia a Senhorinha suas intenções
Por mais insegura e frágil, ela tinha suas limitações
Estas que frustrava o promotor
Pois cada vez sentia mais calor
A Senhorinha estava bêbada e quase despida
Por isso não percebia a sua roupa quase caída
 
O final desta história não há
Pois tempo me falta já
Tenho que estudar para a prova de Biologia
Pois se não me falha a memória,
É chegado o grande dia
Só de pensar sinto alergia
Logo minha preocupação se inicia
Boa Noite e obrigada pela sua companhia.
Natália Alves ♥ 

Pobre é a Senhorinha

 Oh, e lá se vai a Senhorinha,

Que de tanto andar, seus pés a feria

Não se entende o motivo de tanta aflição

Parece até que alguém morreu do coração

Apenas sabe-se que a Senhorinha sofria por amor

Só de pensar ela sentia pavor

Pobre aquele que a deixou,

Resta ela e o coração que alguém quebrou

 

Cansada de tanta dor, a Senhorinha conheceu o promotor

Um homem muito rico que a encantou

Mas não sabia a Senhorinha suas intenções

Por mais insegura e frágil, ela tinha suas limitações

Estas que frustrava o promotor

Pois cada vez sentia mais calor

A Senhorinha estava bêbada e quase despida

Por isso não percebia a sua roupa quase caída

 

O final desta história não há

Pois tempo me falta já

Tenho que estudar para a prova de Biologia

Pois se não me falha a memória,

É chegado o grande dia

Só de pensar sinto alergia

Logo minha preocupação se inicia

Boa Noite e obrigada pela sua companhia.

Natália Alves ♥ 




Os pensamentos de um coração em pedaços.
Deitada nesta areia, diante de um lindo por de sol, olhando para o mar infinitamente grandioso, desconhecido e até mesmo violento, encontro-me caída sem rumo algum. As ondas do mar ao alcançar seu ponto extremo, se finalizam nas areias chegando aos poucos até meu corpo. Ao sentir esta água gelada, lembro-me de nós dois. Você é como o mar: Grandioso e extremamente belo ao ponto de fazer meus olhos transbordarem de felicidade. E ao estar perto de você, sinto-me leve e o ar que respiro parece ser a única coisa a me alimentar. Mas também é misterioso e indestrutível para meu pobre coração. Pode me fazer viver intensamente, mas também pode me destruir. Concluo então que a única pessoa capaz de nos destruir é aquela que mais amamos.
Aconteceu como um enorme tsunami: Você destruiu meu mundo. Alagou o meu coração, e não suportando, ele explodiu. Sinto-me sem oxigênio. Sem força para continuar, pois você era a fonte que me dava coragem para lutar. Cada um, no mundo, possui algo que lhe dá força para continuar vivendo. Muitos se movem pela fé. Outros, para satisfazer um desejo próprio, ou o desejo de realizar um sonho… A única fonte que me proporcionava força deixou de existir. No momento em que me senti perdida, meu corpo já parecia vagar. Sou apenas um corpo sem alma deitada nas areias desta praia esperando a chegada da morte. Não tenho motivos para continuar. Adeus…

Os pensamentos de um coração em pedaços.

Deitada nesta areia, diante de um lindo por de sol, olhando para o mar infinitamente grandioso, desconhecido e até mesmo violento, encontro-me caída sem rumo algum. As ondas do mar ao alcançar seu ponto extremo, se finalizam nas areias chegando aos poucos até meu corpo. Ao sentir esta água gelada, lembro-me de nós dois. Você é como o mar: Grandioso e extremamente belo ao ponto de fazer meus olhos transbordarem de felicidade. E ao estar perto de você, sinto-me leve e o ar que respiro parece ser a única coisa a me alimentar. Mas também é misterioso e indestrutível para meu pobre coração. Pode me fazer viver intensamente, mas também pode me destruir. Concluo então que a única pessoa capaz de nos destruir é aquela que mais amamos.

Aconteceu como um enorme tsunami: Você destruiu meu mundo. Alagou o meu coração, e não suportando, ele explodiu. Sinto-me sem oxigênio. Sem força para continuar, pois você era a fonte que me dava coragem para lutar. Cada um, no mundo, possui algo que lhe dá força para continuar vivendo. Muitos se movem pela fé. Outros, para satisfazer um desejo próprio, ou o desejo de realizar um sonho… A única fonte que me proporcionava força deixou de existir. No momento em que me senti perdida, meu corpo já parecia vagar. Sou apenas um corpo sem alma deitada nas areias desta praia esperando a chegada da morte. Não tenho motivos para continuar. Adeus…




Os pensamentos estão confusos; O coração bate realizando uma melodia dolorosa; As cicatrizes no corpo demonstram uma fração do que há por dentro. Sente-se o poder das trevas correndo pelas veias; Cada centímetro de seu ser está se alterando… Neste momento, a batalha começa a finalizar-se. Os anjos sentem-se mal, pois, infelizmente, eles terão que voltar para o céu com gosto de derrota. A culpa não é da sociedade e nem das pessoas. Só existe um único ser capaz de mudar a gente. E somos nós. Escolhemos quem queremos ser. Temos o poder de escolher entre o bem e o mal.  Façam bom proveito dessa escolha.Natália Alves 

Os pensamentos estão confusos; O coração bate realizando uma melodia dolorosa; As cicatrizes no corpo demonstram uma fração do que há por dentro. Sente-se o poder das trevas correndo pelas veias; Cada centímetro de seu ser está se alterando… Neste momento, a batalha começa a finalizar-se. Os anjos sentem-se mal, pois, infelizmente, eles terão que voltar para o céu com gosto de derrota. A culpa não é da sociedade e nem das pessoas. Só existe um único ser capaz de mudar a gente. E somos nós. Escolhemos quem queremos ser. Temos o poder de escolher entre o bem e o mal. Façam bom proveito dessa escolha.



Natália Alves 








 
A história de Anita
Mais que qualquer coisa no mundo, Anita tentava ser feliz. Mas sempre que tentava, algo lhe puxava para baixo. A tristeza sempre vencia a sua vontade de ser feliz. Em um dia de chuva intensa em que se sentia acolhida por causa de seus sentimentos, resolveu olhar de maneira diferente para a vida. Já não aguentava tanta dor. Decidiu então, enterrar todas as suas mágoas e se importar somente com seu bem estar. Pois se não havia ninguém que se importasse com seus sentimentos, não iria se importar com o de mais ninguém.
Olhando de maneira diferente, Anita se tornava uma pessoa fria. Quando via sentimentalismo ao seu redor, sentia nojo e desprezo. Não suportava casais felizes, famílias unidas, amigos se divertindo… Era algo ridículo que não conseguia ver nenhuma graça.
Anos se passaram. Agora, ela vivia sozinha num apartamento e todos os dias ia trabalhar. Só que havia algo errado. Anita continuava se importando somente com seu bem estar, mas por que não se sentia bem? Chegou a conclusão de que não há maneira de se sentir bem sozinha. Dia após dia, ficava pensando, e quanto mais o tempo passava, mais triste ficava. Afinal, ela passou, praticamente, sua vida toda tentando ser feliz sozinha. No início estava indo tudo bem, mas chegou num nível no qual não conseguia mais.
Em certo dia, Anita perdeu o sentido da vida, se é que em algum momento teve uma razão para viver. Por causa de seu comportamento, perdeu muitos amigos e sua família se cansou de seu egoísmo descontrolado. Ela chorava intensamente. Os dias já não tinham valor algum. Indo ao trabalho, via no caminho, pessoas sorrindo. Aquilo lhe magoava, pois queria sorrir também, só que não havia motivos. Começou então a chover, e naquele momento lembrou-se do dia em que tomou a decisão que mudou o sentido de sua vida.
De baixo daquela chuva, avistava um casal na praça. Estavam abraçados e se encolhendo debaixo de um guarda-chuva tentando evitar ao máximo não se molhar. Logo adiante, um homem protegia seus filhos da chuva. O menino dizia ao seu pai: “Obrigado, papai! Você é o meu herói!”. Logo depois lhe deu um beijo no rosto. Anita pensou: como seria bom poder abraçar seu pai naquele momento. Mas não podia, pois seu pai já havia falecido. A dor em seu coração aumentava, e junto vinha o arrependimento. Abandonando por um momento seus pensamentos, ao seu lado, via num restaurante, um casal de velhinhos. Pareciam contentes cortando um delicioso bolo de chocolate com uma vela de 65 anos. E ao redor, familiares cantando a velha canção de parabéns que todos nós sabemos.
Anoiteceu e ela continuava andando sem rumo. Já era muito tarde e não havia mais ninguém nas ruas. De repente, ela percebe que um homem com uma capa preta começa a persegui-la. Assustada com a situação, Anita apressa seus passos. Percebendo que o homem se aproximava cada vez mais, resolve se esconder. Mas de nada adiantou, o homem surgiu, do nada, na sua frente agarrou-lhe o abraço com força e disse:
__ De nada adiantou seus pensamentos e atos egoístas. Você colheu o que plantou. Jogou no lixo tudo de bom que a vida havia te dado. Apesar de pensar que estava sozinha você nunca esteve. Mas estava cega de ódio e de rancor. Por apenas amores não correspondidos, você se entregou às trevas. Depois de ter arruinado sua vida, eu venho dizer à você que há uma maneira de salvar o que resta. Mas não depende de alguém. Depende somente de você. __ Ao terminar de dizer isso, o homem misterioso some. E de repente, Anita se vê sozinha novamente na escuridão daquela rua.
Esgotando-se as forças, ela vai para casa. Sentindo seu corpo por um fio, se joga na cama. Ao amanhecer, Anita acorda. Lembrando-se do que aconteceu na noite anterior, sente um arrepio intenso que vinha de seus pés e se finalizava em sua face. Dias se passaram, e ela não parava de pensar no que aquele homem havia dito. Cansada de tanto pensar, resolve agir. Tinha algo que deveria ser feito. Não perdendo muito tempo, ligou para a sua mãe. Sentiu tanto prazer em ouvir a voz dela que pediu, sem medo, se podia visitá-la. Sua mãe lhe pareceu surpresa, mas não podia negar, pois estava com muita saudade da filha.Chegando lá, Anita tem uma surpresa. Havia uma festa acontecendo. Era aniversário de seu irmão caçula. Percebendo sua presença, todos a olham assustados, pois fazia muito tempo que não a viam. E de repente, ela se surpreende mais, pois seus irmãos vieram correndo ao seu encontro abraçá-la. Sua mãe olhando aquela cena começou a chorar. E ao perceber, Anita também. Sem demora, elas vão rumo a um abraço. Perto do ouvido da mãe, Anita diz:__Me perdoa, mãe. Demorou muito para eu perceber o que me fazia feliz. Espero que me aceite de volta, pois agora entendo tudo. Quero poder reparar todo o mal que eu fiz a você.Ouvindo isso, sua mãe diz apenas “Nós te amamos, filha”.
Se a vida um dia parecer não ter sentido, lembre-se que sempre haverá alguém desejando o seu bem estar. Mas tudo dependerá de você.
Natália Alves

A história de Anita

Mais que qualquer coisa no mundo, Anita tentava ser feliz. Mas sempre que tentava, algo lhe puxava para baixo. A tristeza sempre vencia a sua vontade de ser feliz. Em um dia de chuva intensa em que se sentia acolhida por causa de seus sentimentos, resolveu olhar de maneira diferente para a vida. Já não aguentava tanta dor. Decidiu então, enterrar todas as suas mágoas e se importar somente com seu bem estar. Pois se não havia ninguém que se importasse com seus sentimentos, não iria se importar com o de mais ninguém.

Olhando de maneira diferente, Anita se tornava uma pessoa fria. Quando via sentimentalismo ao seu redor, sentia nojo e desprezo. Não suportava casais felizes, famílias unidas, amigos se divertindo… Era algo ridículo que não conseguia ver nenhuma graça.

Anos se passaram. Agora, ela vivia sozinha num apartamento e todos os dias ia trabalhar. Só que havia algo errado. Anita continuava se importando somente com seu bem estar, mas por que não se sentia bem? Chegou a conclusão de que não há maneira de se sentir bem sozinha. Dia após dia, ficava pensando, e quanto mais o tempo passava, mais triste ficava. Afinal, ela passou, praticamente, sua vida toda tentando ser feliz sozinha. No início estava indo tudo bem, mas chegou num nível no qual não conseguia mais.

Em certo dia, Anita perdeu o sentido da vida, se é que em algum momento teve uma razão para viver. Por causa de seu comportamento, perdeu muitos amigos e sua família se cansou de seu egoísmo descontrolado. Ela chorava intensamente. Os dias já não tinham valor algum. Indo ao trabalho, via no caminho, pessoas sorrindo. Aquilo lhe magoava, pois queria sorrir também, só que não havia motivos. Começou então a chover, e naquele momento lembrou-se do dia em que tomou a decisão que mudou o sentido de sua vida.

De baixo daquela chuva, avistava um casal na praça. Estavam abraçados e se encolhendo debaixo de um guarda-chuva tentando evitar ao máximo não se molhar. Logo adiante, um homem protegia seus filhos da chuva. O menino dizia ao seu pai: “Obrigado, papai! Você é o meu herói!”. Logo depois lhe deu um beijo no rosto. Anita pensou: como seria bom poder abraçar seu pai naquele momento. Mas não podia, pois seu pai já havia falecido. A dor em seu coração aumentava, e junto vinha o arrependimento. Abandonando por um momento seus pensamentos, ao seu lado, via num restaurante, um casal de velhinhos. Pareciam contentes cortando um delicioso bolo de chocolate com uma vela de 65 anos. E ao redor, familiares cantando a velha canção de parabéns que todos nós sabemos.

Anoiteceu e ela continuava andando sem rumo. Já era muito tarde e não havia mais ninguém nas ruas. De repente, ela percebe que um homem com uma capa preta começa a persegui-la. Assustada com a situação, Anita apressa seus passos. Percebendo que o homem se aproximava cada vez mais, resolve se esconder. Mas de nada adiantou, o homem surgiu, do nada, na sua frente agarrou-lhe o abraço com força e disse:

__ De nada adiantou seus pensamentos e atos egoístas. Você colheu o que plantou. Jogou no lixo tudo de bom que a vida havia te dado. Apesar de pensar que estava sozinha você nunca esteve. Mas estava cega de ódio e de rancor. Por apenas amores não correspondidos, você se entregou às trevas. Depois de ter arruinado sua vida, eu venho dizer à você que há uma maneira de salvar o que resta. Mas não depende de alguém. Depende somente de você. __ Ao terminar de dizer isso, o homem misterioso some. E de repente, Anita se vê sozinha novamente na escuridão daquela rua.

Esgotando-se as forças, ela vai para casa. Sentindo seu corpo por um fio, se joga na cama. Ao amanhecer, Anita acorda. Lembrando-se do que aconteceu na noite anterior, sente um arrepio intenso que vinha de seus pés e se finalizava em sua face. Dias se passaram, e ela não parava de pensar no que aquele homem havia dito. Cansada de tanto pensar, resolve agir. Tinha algo que deveria ser feito. Não perdendo muito tempo, ligou para a sua mãe. Sentiu tanto prazer em ouvir a voz dela que pediu, sem medo, se podia visitá-la. Sua mãe lhe pareceu surpresa, mas não podia negar, pois estava com muita saudade da filha.
Chegando lá, Anita tem uma surpresa. Havia uma festa acontecendo. Era aniversário de seu irmão caçula. Percebendo sua presença, todos a olham assustados, pois fazia muito tempo que não a viam. E de repente, ela se surpreende mais, pois seus irmãos vieram correndo ao seu encontro abraçá-la. Sua mãe olhando aquela cena começou a chorar. E ao perceber, Anita também. Sem demora, elas vão rumo a um abraço. Perto do ouvido da mãe, Anita diz:
__Me perdoa, mãe. Demorou muito para eu perceber o que me fazia feliz. Espero que me aceite de volta, pois agora entendo tudo. Quero poder reparar todo o mal que eu fiz a você.
Ouvindo isso, sua mãe diz apenas “Nós te amamos, filha”.

Se a vida um dia parecer não ter sentido, lembre-se que sempre haverá alguém desejando o seu bem estar. Mas tudo dependerá de você.

Natália Alves




Manacuna
Manacuna era uma cidadezinha pequena no qual todos se conheciam. Era como uma família gigantesca. O padeiro dava seus pães de graça; O moço do mercado não se importava em vender fiado; A vizinha entrava na casa dos outros sem permissão e abria a geladeira como se estivesse em sua casa. Todos tinham liberdade para fazer o que queriam. Não havia punição, pois não existia ninguém que quebrasse as regras. Todos se respeitavam, exceto Tífani. Para ela, Manacuna era a coisa mais patética que existia. As pessoas julgavam-na por ser do jeito que era.
Aos 25 anos, cansada das coisas sem graça daquela cidade e após mais uma discussão com seus pais, resolve ir embora para buscar algo que lhe fizesse bem. Ela procurava um lugar em que pudesse se sentir normal. Pois, no fundo, se sentia controlada.
Tífani tinha sonhos. Nesses sonhos, haviam o mundo no qual desejava realmente estar. Não era o paraíso, na verdade, existiam guerras, obsessão por dinheiro, regras sendo quebradas, pessoas sendo punidas, catástrofes naturais ocorrendo com freqüência… Mas o que chamava sua atenção, eram as pessoas. Elas não tinham medo de ser o que queriam ser. Eram determinadas, cada um com sua características. Todos eram diferentes! Tífani gostava disso, ela via pessoas que pensavam igual a ela.
Sem mais dúvidas, resolve ir à busca de um lugar parecido com os seus sonhos. Como seus pais tentavam impedi-la, teve a ideia de sair a noite, pois depois das 22hs não havia mais ninguém nas ruas. Era o momento perfeito!
Ao chegar numa estrada que não parecia ter fim, ela avista o começo. Tífani sentiu medo, pois aquele começo parecia o fim de seu sonho. Era inexplicável pois não existia o fim de Manacuna e não existia o começo para ela. Por mais que andasse sempre acabava no mesmo lugar em frente a placa “ BEM VINDO A MANACUNA” .
Ela enlouquecia aos poucos. Anos se passaram e Tífani ainda não desistira de sair daquela cidade. Seus pés em carne viva de tanto andar… sem força começa a se rastejar pelo chão, sua aparência só piorava. Chegou ao ponto de parecer um zumbi. Mas por que ela não conseguia sair dali? Por que, por mais que andasse, acabava sempre no mesmo local? Depois de 5 anos, sua mãe a encontra caída no chão e a leva de volta para casa. Lá a verdade é dita: Tífani estava presa em Manacuna. Havia algo maligno que manipulava todos daquela cidade. Tífani nasceu com o dom de ver o mundo real, mas não sabia como ir para lá. Manacuna era o obscuro, era o maligno, era a ilusão. Mas há a continuação disso tudo. A verdade é que ela nunca irá desistir de sair daquela cidade amaldiçoada. Era só questão de tempo até descobrir como sair dali.
______________________________________________________________________
Será que vivemos uma ilusão? Será que somos manipulados pelos que dizem ter poder? Será que o que vivemos não é apenas um mundo em que as pessoas querem que a gente viva?Aguardem a continuação desta história… 
(Natália Alves)

Manacuna

Manacuna era uma cidadezinha pequena no qual todos se conheciam. Era como uma família gigantesca. O padeiro dava seus pães de graça; O moço do mercado não se importava em vender fiado; A vizinha entrava na casa dos outros sem permissão e abria a geladeira como se estivesse em sua casa. Todos tinham liberdade para fazer o que queriam. Não havia punição, pois não existia ninguém que quebrasse as regras. Todos se respeitavam, exceto Tífani. Para ela, Manacuna era a coisa mais patética que existia. As pessoas julgavam-na por ser do jeito que era.

Aos 25 anos, cansada das coisas sem graça daquela cidade e após mais uma discussão com seus pais, resolve ir embora para buscar algo que lhe fizesse bem. Ela procurava um lugar em que pudesse se sentir normal. Pois, no fundo, se sentia controlada.

Tífani tinha sonhos. Nesses sonhos, haviam o mundo no qual desejava realmente estar. Não era o paraíso, na verdade, existiam guerras, obsessão por dinheiro, regras sendo quebradas, pessoas sendo punidas, catástrofes naturais ocorrendo com freqüência… Mas o que chamava sua atenção, eram as pessoas. Elas não tinham medo de ser o que queriam ser. Eram determinadas, cada um com sua características. Todos eram diferentes! Tífani gostava disso, ela via pessoas que pensavam igual a ela.

Sem mais dúvidas, resolve ir à busca de um lugar parecido com os seus sonhos. Como seus pais tentavam impedi-la, teve a ideia de sair a noite, pois depois das 22hs não havia mais ninguém nas ruas. Era o momento perfeito!

Ao chegar numa estrada que não parecia ter fim, ela avista o começo. Tífani sentiu medo, pois aquele começo parecia o fim de seu sonho. Era inexplicável pois não existia o fim de Manacuna e não existia o começo para ela. Por mais que andasse sempre acabava no mesmo lugar em frente a placa “ BEM VINDO A MANACUNA” .

Ela enlouquecia aos poucos. Anos se passaram e Tífani ainda não desistira de sair daquela cidade. Seus pés em carne viva de tanto andar… sem força começa a se rastejar pelo chão, sua aparência só piorava. Chegou ao ponto de parecer um zumbi. Mas por que ela não conseguia sair dali? Por que, por mais que andasse, acabava sempre no mesmo local? Depois de 5 anos, sua mãe a encontra caída no chão e a leva de volta para casa. Lá a verdade é dita: Tífani estava presa em Manacuna. Havia algo maligno que manipulava todos daquela cidade. Tífani nasceu com o dom de ver o mundo real, mas não sabia como ir para lá. Manacuna era o obscuro, era o maligno, era a ilusão. Mas há a continuação disso tudo. A verdade é que ela nunca irá desistir de sair daquela cidade amaldiçoada. Era só questão de tempo até descobrir como sair dali.

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Será que vivemos uma ilusão? Será que somos manipulados pelos que dizem ter poder? Será que o que vivemos não é apenas um mundo em que as pessoas querem que a gente viva?

Aguardem a continuação desta história… 

(Natália Alves)




Em homenagem a Bloody Mary da Lady Gaga ^^
Natália Alves 

Em homenagem a Bloody Mary da Lady Gaga ^^

Natália Alves 




 O Dom não sei o quêNas noites sombrias, Dom não sei o quê saía pelas ruas à procura de “comida”. De alguma forma ele tentava esquecer o acontecimento da noite passada. Pobre Dom não sei o quê, sua vida é amargurada, cheia de sofrimentos e coisas obscuras. Tudo que Dom não sei o quê mais desejava era poder reencontrar sua amada: a vampira, que o deixou sozinho no momento mais difícil de sua deprimida vida. Agora, Dom não sei o quê anda perdido nas noites sombrias, pois são nelas que sua grande amiga, a Lua, está. Ela é a única que o acompanha. Em sua presença, Dom não sei o quê se sente a vontade. Se sente, por alguma razão, feliz.Desenhado por: Natália Alves 

O Dom não sei o quê
Nas noites sombrias, Dom não sei o quê saía pelas ruas à procura de “comida”. De alguma forma ele tentava esquecer o acontecimento da noite passada. Pobre Dom não sei o quê, sua vida é amargurada, cheia de sofrimentos e coisas obscuras. Tudo que Dom não sei o quê mais desejava era poder reencontrar sua amada: a vampira, que o deixou sozinho no momento mais difícil de sua deprimida vida. Agora, Dom não sei o quê anda perdido nas noites sombrias, pois são nelas que sua grande amiga, a Lua, está. Ela é a única que o acompanha. Em sua presença, Dom não sei o quê se sente a vontade. Se sente, por alguma razão, feliz.

Desenhado por: Natália Alves 





As Histórias que aqui estão escritas, são criadas a partir de pequenos pensamentos, e ao serem descritos, se tornam uma obra imensamente hiperbólica no qual predominam os diversos sentimentos. Desejo que explorem seu lado crítico e compreenda a real mensagem que desejo passar com meus textos. Sejam Bem-Vindos!

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